
Um trágico incidente mobilizou as equipes de segurança e saúde da Santa Casa de Campo Grande no final da manhã desta sexta-feira (9). O paciente Eilton Barbosa Dias, de 67 anos, faleceu após sofrer uma queda de uma altura aproximada de 15 metros, equivalente ao primeiro andar da unidade hospitalar.
O idoso estava sob cuidados médicos no hospital desde o dia 7 de dezembro de 2025. Segundo informações da assessoria de comunicação da instituição, o episódio ocorreu por volta das 11h, em um setor diferente daquele onde o paciente estava originalmente leitado.
Tentativas de Socorro
No momento da queda, Eilton estava desacompanhado, uma vez que sua esposa, que realizava o acompanhamento durante a internação, não estava presente no quarto. Assim que o incidente foi detectado, a equipe multiprofissional do Pronto-Socorro foi prontamente acionada para realizar as manobras de reanimação.
Apesar dos esforços intensos dos médicos e enfermeiros, o quadro clínico do paciente era gravíssimo devido ao impacto. Em nota oficial, a Santa Casa confirmou que o óbito foi registrado às 11h30, apenas trinta minutos após a ocorrência.
Histórico Clínico e Investigação
Eilton Barbosa Dias enfrentava um período delicado de saúde. Além de tratar complicações cardíacas, ele havia recebido recentemente o diagnóstico de um câncer e estava com o início das sessões de quimioterapia agendado.
A dinâmica do ocorrido ainda é cercada de dúvidas:
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Localização: A queda aconteceu em uma área distinta do seu leito de internação;
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Segurança: O hospital informou que o local possui câmeras de monitoramento, cujas imagens serão fundamentais para a perícia;
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Inquérito: O caso foi registrado e segue sob investigação das autoridades policiais para apurar as circunstâncias exatas da fatalidade.
Posicionamento do Hospital
Em comunicado à imprensa, a Santa Casa de Campo Grande manifestou profundo pesar e solidariedade à família da vítima, garantindo que está prestando todo o apoio necessário aos familiares e aos profissionais envolvidos no atendimento da ocorrência.
A polícia agora trabalha para identificar se houve falha na vigilância do paciente ou se o idoso acessou áreas restritas de forma deliberada, considerando o impacto emocional dos diagnósticos recentes em sua saúde mental.
Repórter Cidadão: Este caso levanta o debate sobre a segurança e o suporte psicológico a pacientes com diagnósticos graves em ambiente hospitalar. Você acredita que os hospitais deveriam ter vigilância redobrada nesses casos? Envie sua opinião para o nosso WhatsApp: (67) 99308-4646.

