
A um ano das eleições de 2026, a movimentação política na Câmara Municipal de Campo Grande já é intensa. Pelo menos metade dos vereadores da capital sul-mato-grossense está de olho em uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (Alems) ou no Congresso Nacional.
Durante a última sessão, alguns parlamentares confirmaram suas pré-candidaturas para as próximas eleições. Para a Alems, os vereadores Maicon Nogueira (PP), Luiza Ribeiro (PT), Silvio Pitu (PSDB), Flávio Cabo Almi (PSDB) e Victor Rocha (PSDB) já definiram que entrarão na disputa.
A corrida por uma vaga na Câmara dos Deputados também atraiu vereadores. O Professor Juari (PSDB) e Herculano Borges (Republicanos) já sinalizaram a intenção de concorrer a cargos federais.
Outros parlamentares, contudo, adotam uma postura mais cautelosa, afirmando que a decisão dependerá de conversas com suas respectivas legendas. É o caso do Veterinário Francisco (União Brasil), Coringa (MDB) e Rafael Tavares (PL).
Por outro lado, uma parcela significativa da Câmara já adiantou que não pretende disputar as eleições de 2026, optando por permanecer no cargo de vereador. Entre os nomes que confirmaram a permanência na Câmara Municipal estão o presidente Papy (PSDB), Beto Avelar (PP), Fábio Rocha (União Brasil), Delei Pinheiro (PSDB), Jean Ferreira (PT), Ronilço Guerreiro (Podemos), Wilson Lands (Avante), Dr. Lívio (União Brasil) e Professor Riverton (PP), além de Clodilson Pires (Podemos).
A antecipação das articulações políticas reflete o aquecimento do cenário eleitoral em Mato Grosso do Sul, com os vereadores de Campo Grande buscando novos patamares na representação política estadual e nacional.

