
O Bioparque Pantanal, localizado em Campo Grande, consolidou sua posição como referência global em conservação e ciência ao registrar a reprodução da sua centésima espécie em ambiente controlado. Com este feito, o local se torna o maior banco genético vivo de peixes de água doce do planeta, sendo o único aquário a alcançar tal diversidade reprodutiva sob cuidados humanos.
O peixe Acará-porquinho foi o responsável por selar este marco histórico. Embora o foco principal seja o bioma Pantanal, que lidera com 32 espécies reproduzidas, o sucesso reprodutivo do aquário abrange uma vasta biodiversidade:
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Biomas Brasileiros: Registros confirmados da Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica e Caatinga.
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Abrangência Global: Reprodução de animais originários da África, Ásia, México e Oceania.
O trabalho técnico desenvolvido no Bioparque apresenta números impressionantes para a comunidade científica:
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Ineditismo: Do total, 29 reproduções são consideradas inéditas no mundo e outras 20 ocorreram pela primeira vez em território brasileiro.
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Conservação: O programa protege espécies ameaçadas, como o Cascudo-viola, o Cascudo-cego e o exótico Axolote, famoso por sua capacidade regenerativa.
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Método Natural: Segundo o biólogo curador Heriberto Gimênes Junior, cerca de 95% desses casos ocorreram de forma natural, sem a necessidade de indução hormonal ou métodos artificiais.
Desde sua abertura em 2022, o Bioparque Pantanal já atraiu aproximadamente 1,4 milhão de visitantes, vindos de todos os estados do Brasil e de mais de 140 países. Para a diretora-geral, Maria Fernanda Balestieri, cada novo nascimento é um avanço vital para a preservação da biodiversidade global.
Além de ser um dos principais pontos turísticos de Mato Grosso do Sul, o espaço funciona como um centro educativo dinâmico, recebendo estudantes de centenas de escolas para fomentar a pesquisa e a consciência ambiental.


