Ex-Prefeito Odilon Ribeiro na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa de MS em 2026

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O cenário político de Mato Grosso do Sul para as eleições gerais de 2026 começa a se desenhar, e o ex-prefeito de Aquidauana, Odilon Ribeiro (PSDB), aparece com destaque entre os 20 nomes mais citados para uma das 24 vagas na Assembleia Legislativa. A informação foi revelada por uma pesquisa de intenções de voto realizada pelo Instituto Ranking Brasil Inteligência, no período de 19 a 25 de maio deste ano.

O levantamento, que entrevistou 3 mil eleitores com 16 anos ou mais em 30 municípios do estado, apresenta um intervalo de confiança de 95% e uma margem de erro de 1,8 ponto percentual para mais ou para menos. Na pesquisa espontânea, onde os entrevistados respondem sem opções pré-definidas, Odilon Ribeiro obteve 0,27% das intenções de voto, colocando-o entre nomes como Gerson Claro (2,20%), Marquinho Trad (1,70%), Paulo Corrêa (1,60%) e André Puccinelli (1,40%).

A menos de 17 meses do pleito, a corrida por uma cadeira no Poder Legislativo estadual promete ser uma das mais acirradas dos últimos tempos. Além da maioria dos atuais parlamentares que buscarão a reeleição, o cenário ganha um novo e competitivo elemento: a entrada de diversos ex-prefeitos de importantes cidades sul-mato-grossenses.

Odilon Ribeiro, que encerrou seu mandato como prefeito de Aquidauana, integra essa lista de ex-gestores que agora almejam uma vaga na Assembleia Legislativa. Ao lado dele, outros ex-prefeitos como Marcelo Iunes (Corumbá), Rhaiza Matos (Naviraí), Waldeli dos Santos Rosa (Costa Rica), João Carlos Krug (Chapadão do Sul), Rogério Rosalin (Figueirão), Francisco de Paula Ribeiro Júnior (Rochedo), Dra. Clediane Matzenbacher (Jardim), Angelo Guerreiro (Três Lagoas), Hélio Peluffo (Ponta Porã), Alan Guedes (Dourados), Marquinhos Trad (Campo Grande) e André Puccinelli (Campo Grande), buscam ampliar suas bases eleitorais para além de seus redutos de origem.

A eleição para deputado estadual em 2026 será marcada por um cenário competitivo e estratégico. A presença desses ex-gestores municipais eleva o nível da disputa e traz à tona uma série de variáveis estratégicas que podem definir os eleitos.

O legado administrativo deixado por esses ex-prefeitos será um dos fatores mais determinantes. Aqueles que concluíram seus mandatos com alta aprovação e entregas concretas à população tenderão a ter uma vantagem inicial, contando com uma base sólida de votos em seus municípios e maior capacidade de atrair apoios em outras regiões. Por outro lado, ex-gestores que enfrentaram crises de imagem ou gestões mal avaliadas podem encontrar maiores dificuldades.

Além do desempenho individual dos candidatos, a composição das chapas partidárias e federações também será decisiva. Analistas políticos destacam que os partidos capazes de montar chapas competitivas, com candidatos de votação equilibrada e alto potencial de votos nominais, poderão conquistar mais cadeiras, beneficiando-se da regra das sobras eleitorais no sistema proporcional.