
Motoristas e transportadores que abastecem em Campo Grande têm encontrado preços mais baixos para o diesel nos últimos meses. Levantamento realizado pelo Procon de Mato Grosso do Sul identificou redução nos valores praticados pelos postos localizados ao longo do anel viário da Capital entre os meses de abril e junho.
De acordo com os dados coletados, o diesel S10 apresentou recuo significativo no período analisado. O combustível, que era comercializado por R$ 7,35 o litro em abril, passou a ser vendido por cerca de R$ 6,82 em junho. Já o diesel S500 registrou queda ainda mais expressiva, saindo de R$ 7,18 para R$ 6,52 por litro.
A pesquisa indica que a maior variação ocorreu durante o mês de maio, quando os reajustes promovidos ao longo da cadeia de distribuição começaram a ser percebidos de forma mais evidente pelos consumidores.
Segundo o órgão de defesa do consumidor, a redução dos custos repassados pelas distribuidoras contribuiu diretamente para a diminuição dos preços nas bombas, beneficiando principalmente profissionais do transporte de cargas, produtores rurais e empresas que dependem do combustível para suas atividades diárias.
O levantamento também constatou que os pagamentos realizados por meio de cartão de crédito continuam apresentando valores ligeiramente superiores aos praticados para pagamentos à vista. A diferença média observada foi de aproximadamente três centavos por litro.
O Procon-MS orienta os consumidores a realizarem pesquisas antes de abastecer, comparando os preços entre os estabelecimentos para garantir economia. O órgão também recomenda a solicitação da nota fiscal, documento essencial para assegurar os direitos do consumidor em caso de eventuais reclamações.
Denúncias relacionadas a preços, irregularidades ou descumprimento das normas de consumo podem ser encaminhadas ao Procon por meio do telefone 151 ou pelos canais oficiais de atendimento disponibilizados pelo órgão.
A redução dos preços do diesel representa um alívio para diversos setores da economia sul-mato-grossense, especialmente o transporte rodoviário e o agronegócio, atividades que possuem forte dependência do combustível para manter suas operações.

