
Neste sábado (28 de março), o Bioparque Pantanal completa seu quarto ano de operação, consolidando-se não apenas como o maior aquário de água doce do planeta, mas como um dos principais centros de turismo científico e preservação ambiental do mundo. Localizado em Campo Grande, o complexo tornou-se o cartão-postal de Mato Grosso do Sul, unindo tecnologia, educação e um compromisso rigoroso com a biodiversidade pantaneira.
O empreendimento chega à marca de quatro anos com números que impressionam: mais de 1,5 milhão de visitantes já passaram pelos seus túneis e tanques, representando cidadãos de mais de 140 países. Esse sucesso de público é acompanhado pelo reconhecimento digital, sendo eleito pelo Google como o aquário com a melhor avaliação global, superando destinos tradicionais da Europa e América do Norte.
Excelência em Conservação e Pesquisa
Para além do entretenimento, o Bioparque se firmou como um laboratório vivo de proporções inéditas. Atualmente, o local abriga o maior banco genético vivo de água doce do mundo, tendo alcançado a reprodução em cativeiro de mais de 100 espécies. Entre os sucessos reprodutivos está o cascudo-viola, peixe ameaçado de extinção, cuja preservação depende diretamente do manejo técnico especializado realizado pelas equipes sul-mato-grossenses.
A gestão sustentável também rendeu ao complexo a certificação internacional selo ouro da Green Destinations. O título atesta a eficiência no uso de recursos hídricos, a correta destinação de resíduos e a governança social, transformando o aquário em um modelo de “bioeconomia” e responsabilidade socioambiental.
Educação e Relevância Institucional
O impacto educacional é outra face vital do projeto. Mais de 130 mil estudantes de redes públicas e privadas já participaram de visitas pedagógicas, aprendendo sobre ecossistemas aquáticos e a importância da preservação. Para a diretora-geral, Maria Fernanda Balestieri, o Bioparque atua como um agente de transformação: “Conectamos pessoas à ciência e à conservação, formando uma sociedade mais consciente”.
A relevância técnica do espaço será reafirmada em maio deste ano, quando o Bioparque sediará o Congresso da Associação de Zoológicos e Aquários do Brasil (AZAB), o maior evento do setor no país. O local também já serviu de palco

