
O Governo de Mato Grosso do Sul, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEAD), anunciou a abertura de um procedimento administrativo rigoroso para investigar suspeitas de irregularidades no uso de cartões do programa Mais Social. O caso, que envolve suposta má conduta de servidores públicos, já ultrapassou a esfera administrativa e é alvo de diligências criminais para a abertura de inquérito policial.
Como primeira resposta à gravidade dos fatos, uma servidora diretamente ligada ao alvo inicial das investigações foi exonerada de imediato. O Executivo estadual sinaliza que novas punições e medidas de responsabilização serão aplicadas com o desdobramento das apurações, reafirmando o compromisso com a integridade dos recursos públicos.
Em nota oficial, o Governo de MS destacou que a descoberta da possível fraude é resultado de um monitoramento tecnológico contínuo. Os mecanismos de controle da SEAD permitem rastrear o uso dos cartões em tempo real nos 79 municípios do estado, garantindo que o auxílio chegue, de fato, a quem mais precisa.
“Repudiamos qualquer ação que tente desviar a finalidade social deste recurso. A fiscalização é constante para que o benefício seja um suporte real para as famílias em vulnerabilidade”, reforça o comunicado oficial.
O Mais Social é uma das principais redes de proteção do estado, concedendo um auxílio mensal de R$ 450 para famílias de baixa renda. O regulamento é restrito:
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Itens permitidos: Alimentos, gás de cozinha, produtos de higiene e limpeza.
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Proibições: É terminantemente proibida a compra de bebidas alcoólicas, cigarros ou qualquer item fora da lista regulamentada.
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Uso: O cartão é de uso pessoal e intransferível.
Qualquer violação destas normas, seja por parte do beneficiário ou de agentes públicos, resulta em exclusão imediata do programa e sanções legais. A ação atual demonstra que o Estado não tolerará desvios éticos em programas de assistência direta.

