
Uma ocorrência inusitada movimentou o plantão policial na madrugada deste domingo, 4 de janeiro de 2026. Uma mulher de 36 anos, que comercializava alimentos na Rua 14 de Julho, no coração da Capital, foi levada à delegacia após ser flagrada com uma réplica de arma de fogo na cintura.
A intervenção da Polícia Militar ocorreu enquanto uma guarnição realizava o abastecimento da viatura em um posto de combustíveis próximo. Os oficiais foram alertados por testemunhas sobre a presença de uma mulher armada que trabalhava em via pública.
Abordagem e Desacato
Ao chegarem ao local indicado, os policiais identificaram a suspeita e notaram um volume por baixo de sua vestimenta. Durante a busca pessoal, foi constatado que se tratava de um simulacro de arma de fogo.
De acordo com o registro policial, a mulher reagiu de forma agressiva à abordagem:
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Hostilidade: A suspeita teria passado a proferir xingamentos e ofensas contra a equipe militar.
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Argumento: No momento da autuação, ela alegou que “apenas estava trabalhando” e questionou a ação dos agentes.
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Estado Emocional: Os militares relataram que a vendedora apresentava-se visivelmente alterada durante toda a condução.
Procedimentos Judiciários
A mulher foi encaminhada à Depac-Cepol (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário), onde o caso foi oficialmente registrado. Após prestar depoimento à autoridade policial, a vendedora foi liberada, mas o simulacro ficou apreendido.
Ela agora deverá responder perante a Justiça por dois delitos distintos:
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Desacato: Devido às ofensas direcionadas aos funcionários públicos no exercício da função.
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Porte de arma: Enquadrado pela posse do simulacro em via pública, o que pode gerar insegurança e pânico na população.
Alerta às Autoridades
O uso de simulacros, embora não sejam armas reais, preocupa as forças de segurança, pois frequentemente são utilizados para intimidar terceiros ou em práticas de pequenos delitos, além de oferecerem risco à própria pessoa que o porta em caso de uma reação armada.
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