
O ano de 2025 encerra-se com um salto significativo para o setor da economia criativa no estado. Sob a coordenação da Setesc (Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Cultura), a criatividade deixou de ser apenas expressão artística para se tornar um pilar estratégico de desenvolvimento econômico, gerando renda e novas oportunidades em diversas regiões.
Um dos maiores feitos do ano foi a estruturação dos projetos Pantanal + Criativo, Fronteira + Criativa e Bioceânica + Criativa. Juntas, essas redes abrangem 26 municípios, promovendo workshops, oficinas e articulação entre os setores público e privado para valorizar as vocações locais.
Resultados Práticos: Renda e Mapeamento
A estratégia do Governo do Estado em 2025 focou em transformar talento em negócio. Confira os destaques:
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Mercado Criativo: Seis edições realizadas em grandes eventos (como o Festival de Inverno de Bonito e Pantanal Tech) movimentaram R$ 80 mil em vendas diretas de marcas autorais.
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Mapeamento: Através da plataforma Responde MS, 437 empreendedores criativos foram catalogados, permitindo a criação de políticas públicas baseadas em dados reais.
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Capacitação: Mais de 400 pessoas receberam qualificação em parceria com o Sebrae e Senac, com foco em gestão, design e gastronomia.
Para a superintendente Luciana Azambuja, o projeto transforma a identidade cultural em trabalho e renda. Já o secretário Marcelo Miranda reforça que este é um caminho sustentável para o futuro: “Os números mostram que estamos no caminho certo para promover a inclusão produtiva”.
O que vem por aí: Expansão em 2026
Os planos para o próximo ano já estão traçados. A Superintendência de Economia Criativa projeta a expansão das redes para outras regiões do estado, com a criação dos polos Costa Leste + Criativa e Conesul + Criativo, além de novos investimentos no mapeamento de artistas independentes.

