PSDB Nacional Busca Frear Debandada na ALEMS e Almeja Quatro Federais em MS

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Presidente Aécio Neves está otimista em manter os seis deputados estaduais da legenda e anuncia nova diretoria para fortalecer o partido; Vereador Juari cotado para vaga na Câmara dos Deputados.

O presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, demonstrou confiança na força do partido em Mato Grosso do Sul, apesar dos rumores de debandada na Assembleia Legislativa (ALEMS). Em entrevista nesta segunda-feira (8), Aécio declarou que os deputados estaduais “não encontrarão ambiente mais propício” para suas reeleições em 2026 do que a própria legenda.

O PSDB-MS possui atualmente seis representantes na ALEMS: Lia Nogueira, Caravina, Jamilson Name, Paulo Corrêa, Zé Teixeira e Mara Caseiro. O objetivo da executiva nacional é manter o grupo coeso e, se possível, ampliá-lo nas próximas eleições.

“Nós pretendemos que os seis deputados do partido permaneçam no PSDB, disputem a reeleição, repito, pelo PSDB, e possam manter ou quem sabe até ampliar a bancada,” afirmou Aécio Neves.

Meta Federal: Quatro Vagas em 2026

No cenário federal, o PSDB de Mato Grosso do Sul é atualmente representado por três deputados: Dagoberto Nogueira, Geraldo Resende e Beto Pereira. A meta da direção nacional é ambiciosa: garantir a reeleição dos três parlamentares e conquistar uma quarta vaga na Câmara dos Deputados.

Aécio Neves destacou o papel dos atuais federais, chamando-os de “extremamente sérios, respeitados aqui no Congresso Nacional”.

Nova Diretoria e Candidato na Capital

Para fortalecer a estrutura local e pavimentar o caminho para 2026, Aécio anunciou a nova diretoria do PSDB-MS. Essa mudança era uma condição do vereador Professor Juari para disputar uma cadeira federal.

Com a diretoria reestruturada, Aécio confirmou Juari como uma forte aposta para a Câmara dos Deputados: “Vereador na capital, futuro deputado federal, nós esperamos,” disse o presidente.

O PSDB se posiciona como um partido de centro que busca ser uma alternativa a polarização nacional, não se curvando “nem ao lulopetismo, nem ao bolsonarismo,” o que, segundo Aécio, oferece espaço para um projeto político mais ousado.