Acidente com Criança de 11 Anos Exige Respostas Imediatas em Aquidauana

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O grave acidente com uma criança de 11 anos no distrito de Taunay, que saltou de um ônibus escolar em movimento e sofreu ferimentos graves segundo a nota do SAMU, ligou o alerta para a situação do transporte escolar em Aquidauana. Mais do que um caso isolado, o ocorrido expõe a situação dos onibus escolar e a urgente necessidade de ação por parte das autoridades municipais.

Este trágico evento levanta uma série de questionamentos que não podem ser ignorados. Onde estão os cintos de segurança nesses veículos? Eles funcionam de fato? Os onibus são escolares? Por que uma criança conseguiu pular de um ônibus em movimento sem ser impedida por um monitor? A ausência de supervisão atenta pode ter sido fatal. É inaceitável que crianças, que muitas vezes acordam na madrugada para estudar, sejam submetidas a um transporte que não garante sua integridade física.

A população espera uma resposta clara da prefeitura de Aquidauana sobre a qualidade dos ônibus municipais e terceirizados. É preciso uma investigação rigorosa para determinar se a falta de manutenção, a ausência de equipamentos de segurança e a falha na supervisão contribuíram para o acidente. A segurança de nossas crianças não pode ser uma questão secundária. As autoridades precisam agir agora, antes que outra tragédia aconteça.

Segundo a nota do SAMU, a criança, que estava retornando da escola, pulou do veículo em movimento e, após a queda, teve uma crise convulsiva, apresentando rebaixamento do nível de consciência devido a um traumatismo na cabeça. Um médico da SESAI que estava no local prestou os primeiros atendimentos até a chegada da equipe do SAMU, que a encaminhou ao Pronto Socorro de Aquidauana.

A criança, de 11 anos, recebeu os primeiros socorros no local e logo depois encaminhada ao Pronto Socorro de Aquidauana, onde estava aparentemente consciente, mas desorientada. No entanto, devido à gravidade do caso, foi transferida por volta das 19h de ontem para Campo Grande, em vaga zero. Ate o fechamento da materia não temos informação do estado de saude da vitima.