Aldeias Indígenas em Nioaque Apostam em Etnoturismo para Geração de Renda

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Turistas poderão, a partir de 2026, ter experiências imersivas em quatro aldeias Terena e na Vila Atikum, em Nioaque. O projeto, nomeado NIOAC – Turismo e Cultura Indígena, está em fase de formatação para oferecer uma nova opção de etnoturismo no estado. A iniciativa visa gerar renda para as comunidades e aproveitar o potencial turístico da região.

As atividades previstas no projeto incluem trilhas históricas, banhos de rio, degustação da gastronomia local, pintura corporal e visitas a museus. O professor e líder cultural Thiago Souza, da Aldeia Cabeceira, destaca o engajamento das comunidades em oferecer atrativos diferenciados, como a observação de aves.

O planejamento, que conta com o apoio do Sebrae e da Fundação de Turismo do Estado, está sendo feito de forma participativa, com a colaboração dos próprios moradores das aldeias. As comunidades já estão participando de cursos de guia, ecoturismo e primeiros socorros para se prepararem para receber os visitantes.

Com a Rota Bioceânica passando por perto, o etnoturismo em Nioaque poderá se tornar uma parada atrativa para os viajantes que se dirigem a Porto Murtinho e à fronteira com o Paraguai.